É óbvio que o Gabeira foi e será a opção política do MqM para deputado, prefeito, governador e presidente da república. Mudaremos de opinião caso ele se torne semelhante ao resto que, infelizmente, ainda manda.
Ouvimos dizer que a derrota (escancaradamente armada) do PV no Rio teve sabor de vitória. Pode ser. Realmente a MAIORIA pensante dos cariocas deu as caras e optou pelo cabeçudo Fernando Gabeira sem a menor dúvida ou alarde. Percebemos que mesmo aqueles mais avessos e alienados quanto aos assuntos políticos decidiram votar contra a situação. Mas, e agora? Passaremos, nós os derrotados, fazendo o quê quanto a isso nos próximos quatro anos?
O MqM não tinha nada contra o seu Eduardo até ver como esse indivíduo se submeteu ao papel de marionete política em favor do poder. É evidente que ele passará seu mandato pagando os "custos" dessa eleição ao seu indígno partido, ao Governador, ao Lula e, para fechar com um chute no saco, à Igreja Católica.
O problema de todos nós é que depois da OBRIGAÇÃO cívica de votar ou justificar o voto, entramos de férias e deixamos as ratazanas à vontade para comer todos os queijos e, pior, procriarem livremente.
Há de chegar o dia em que o político eleito, pisando torto, não conseguirá terminar seu mandato por força do povo. Da mesma forma, o MqM anseia por ver criado um tribunal popular sem togas que exija de qualquer político, ao fim de seu mandato, uma prestação de contas que, em caso de dívidas, será saldada não pelo larápio ou irresponsável, mas por seu partido.
Se isso ocorresse hoje, o deplorável PMDB dos Garotinhos nunca mais pisaria na terra do Cristo. Se isso ocorrer amanhã, ao Eduardo Paes Mandado só restará mesmo se esconder em baixo das batinas que o apoiaram.
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